Resumo da fonte: A ADVEG-GO conquistou o título geral da Copa Loterias Caixa de Judô Paralímpico. O evento promovido pela CBDV reuniu da base ao sênior e revelou novos talentos.
Associação goiana somou quatro ouros e liderou a classificação geral. Organizado pela CBDV, torneio reuniu categorias da base ao sênior.
A equipe da ADVEG-GO (Associação das Pessoas com Deficiência Visual do Estado de Goiás) conquistou a primeira colocação geral da Copa Loterias Caixa de Judô Paralímpico, encerrada neste domingo (11). A competição, realizada pela Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV), premiou os melhores atletas das categorias sub-13, sub-15, sub-21 e sênior, cumprindo o objetivo de observar novos nomes para a modalidade e promover a inclusão esportiva.
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A ADVEG-GO liderou o quadro de medalhas com quatro ouros, duas pratas e um bronze. A segunda colocação ficou com o IMDV-MA (Instituto Maranhense de Deficientes Visuais), que acumulou três ouros, três pratas e um bronze. O pódio geral foi completado pelo Time Naurú-SP (Associação Paradesportiva de Integração Naurú), terceiro colocado com três ouros e três bronzes.
A competição serviu como porta de entrada para atletas que iniciaram recentemente no judô paralímpico. Com apenas quatro meses de treinos, Laura Teonacio (ADEVIRN-RN) conquistou a medalha de bronze na categoria sênior J1 -60 kg em sua estreia em torneios nacionais. Outro destaque foi Ruan Souza (ADVASP-PA), bronze na J2 -62 kg, que destacou a inspiração no judoca Thiego Marques e o suporte que recebe da UEPA para evoluir no esporte.
Para o técnico da Seleção Brasileira de base, Tibério Maribondo, a Copa Loterias Caixa cumpre papel fundamental no mapeamento de novos atletas. “É um evento de total importância, pois conseguimos observar os judocas da faixa etária da base em uma competição nacional e analisar quem já está na Seleção de base. É uma porta de entrada para os Jogos Juvenis e futuras fases de treinamento”, explicou.
Além do desempenho nas lutas, o evento reforçou histórias de superação, como a de David da Costa Monteiro (32 anos). O paraense vê na modalidade um recomeço e, fora dos tatames, atua como comediante de stand-up, usando o humor para abordar situações do cotidiano ligadas à deficiência visual.
Formado em Jornalismo e completamente apaixonado por esportes, pelo poder de transformação que ele tem na vida das pessoas. Estive em Paris 2024.
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